...naquele dia o rio estava com um caudal forte e agitado.
Numa das suas margens envolta em claridade matinal estava eu.
Na outra margem, num nevoeiro inusitado e indefenido estava uma linda mulher num bonito vestido branco. Apesar das águas revoltas e da forte corrente entro num barco disposto a atravessar o rio em sua direcção. A bonita mulher observa atentamente num ponto alto da outra margem.
Remo forte, mas o barco não se desloca para a outra margem. Apesar de mais e mais fortes e contínuas remadas o barco não consegue vencer a distância que separa as duas margens.
Exausto, observo que a mulher encantadora, muito elegante vira as costas e desaparece calmamente por entre os pedaços de nevoeiro.
Remo, remo e remo mais mas não consigo... acordo ofegante!
Numa das suas margens envolta em claridade matinal estava eu.

Remo forte, mas o barco não se desloca para a outra margem. Apesar de mais e mais fortes e contínuas remadas o barco não consegue vencer a distância que separa as duas margens.
Exausto, observo que a mulher encantadora, muito elegante vira as costas e desaparece calmamente por entre os pedaços de nevoeiro.
Remo, remo e remo mais mas não consigo... acordo ofegante!
Sempre fui um bom remador, desde muito novo que remo muito bem ,mas sempre com rumo incerto...e sem porto de chegada...